Plano de desenvolvimento individual (PDI): modelo em 7 colunas e 6 exemplos preenchidos

Plano de desenvolvimento individual (PDI) com modelo de 7 colunas para copiar, 6 exemplos preenchidos do primeiro emprego à primeira gestão, a regra 70-20-10 com fonte e o roteiro de 30 minutos com o gestor.

Guia · Publicado em · Atualizado em · 18 min de leitura

Pedro Mota

Fundador, fotoslinkedin.com.br

Ilustração de duas pessoas segurando juntas uma folha de PDI em colunas e apontando para a última, marcada com uma estrela: o plano termina na prova visível.

Modelo de PDI em 7 colunas para copiar

O plano de desenvolvimento individual (PDI) é o documento em que você e o gestor combinam o que você vai aprender nos próximos 6 a 12 meses, como e com que prova. O modelo cabe numa página e aceita no máximo 3 competências; preencha as 7 colunas de uma antes de passar à próxima.

PDI: PLANO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL (6 a 12 meses)

Nome: ____________________   Cargo atual: ____________________
Próximo degrau (cargo ou responsabilidade em 6 a 12 meses): __________
Gestor ou apoio principal: ______________
Período: __/__/____ a __/__/____
Checkpoints: mês 3 __/__   mês 6 __/__   (mês 9 __/__ se for de 12 meses)

No máximo 3 competências. Para cada uma, preencha as 7 colunas:

1. COMPETÊNCIA        o que você vai saber fazer, com verbo
                      ("conduzir a passagem de turno", não "liderança")
2. POR QUE AGORA      a prova da lacuna: avaliação, feedback, anúncio do
                      próximo cargo ou erro que se repetiu
3. AÇÕES 70/20/10     70 = tarefa real no trabalho
                      20 = pessoa que observa e dá retorno
                      10 = curso, livro ou treinamento
4. PRAZO              data final + o que estará pronto em cada checkpoint
5. INDICADOR          algo que outra pessoa consegue ver ou contar
6. RESPONSÁVEL/APOIO  quem libera a tarefa, quem dá retorno, quem paga
                      o curso
7. ONDE FICA VISÍVEL  a prova no trabalho (entrega, registro, número)
                      e no perfil (competência na experiência,
                      certificado, item em Em destaque, recomendação)

Combinado em __/__/____   Você: __________   Gestor: __________

Para planilha, cole este cabeçalho e use uma linha por competência:

Competência;Por que agora;Ações 70/20/10;Prazo e checkpoints;Indicador;Responsável/apoio;Onde fica visível

O teto de 3 tem base no modelo público do OPM, o órgão de gestão de pessoas do governo americano, descrito na página de desenvolvimento de carreira do OPM: 3 a 5 metas num plano anual, 2 a 3 ações por meta. Num PDI de 6 meses ficamos no piso (critério editorial nosso).

O que cada coluna faz

  • Competência. Verbo mais objeto: "conduzir a passagem de turno", não "liderança".
  • Por que agora. A evidência da lacuna. Sem ela, o gestor não tem motivo para liberar tempo.
  • Ações 70/20/10. Uma tarefa real, uma pessoa que observa e um curso.
  • Prazo. Data final e o marco de cada checkpoint, para o atraso aparecer no meio, não no fim.
  • Indicador. Algo que outra pessoa vê ou conta sem perguntar a você.
  • Responsável/apoio. Quem libera a tarefa, dá retorno e paga o curso.
  • Onde fica visível. A prova dentro da empresa e no perfil. É a que fecha o ciclo.

Lemos em 15/10/2026 as 11 páginas mais bem colocadas para "plano de desenvolvimento individual" e "modelo de PDI": duas (Cora e Convenia) já trazem prazo e indicador no modelo; nenhuma tem a coluna que diz onde a prova vai ficar, e nenhuma cita a origem da regra 70-20-10. Preencha a coluna 7 primeiro: se você não sabe onde a prova vai aparecer, a competência ainda está vaga.

O que é PDI (plano de desenvolvimento individual) e o que ele não é

O guia de carreira do OPM define o plano de desenvolvimento individual como ferramenta para atingir metas pessoais e profissionais de desenvolvimento, e avisa: ele não é instrumento de avaliação de desempenho nem atividade de uma vez só. É uma parceria entre a pessoa e o gestor, com preparo e retorno contínuo.

O vizinho mais confundido é o plano de carreira com cargo-alvo em 12 e 36 meses, que é a trilha: aonde você quer chegar em anos. O PDI é o degrau: as 2 ou 3 competências que separam o seu trabalho de hoje do próximo passo.

A avaliação de desempenho olha para trás; o PDI, para a frente. A avaliação alimenta a coluna "por que agora", mas juntar os dois no mesmo papel transforma o plano em nota, e ninguém escreve com franqueza a lacuna que vai pesar no próprio bônus.

A sigla tem outro uso no ensino superior: nas faculdades, PDI é o plano de desenvolvimento institucional, documento previsto no Decreto 9.235/2017 com missão, objetivos e metas da instituição. É outro assunto.

PDI, plano de carreira e avaliação de desempenho
CritérioPDIPlano de carreiraAvaliação de desempenho
Horizonte6 a 12 mesesAnos (12 e 36 meses no nosso modelo)O período que passou
Pergunta que respondeO que vou aprender agora e como provoAonde quero chegarComo foi o meu trabalho
Quem escreveVocê, combinado com o gestorVocêEm geral o gestor, às vezes com autoavaliação
O que sai no papelCompetências com ação, prazo, indicador e provaCargo-alvo e caminhoParecer, nota ou conceito
Quando revisarCheckpoint a cada 3 meses, nova versão por anoA cada 6 meses ou quando algo grande mudaNo ciclo da empresa

Revisão do PDI: OPM (governo dos EUA). Demais linhas: critério editorial do fotoslinkedin.

Como fazer um PDI em 6 passos

  1. Faça o diagnóstico com 3 entradas. Junte o feedback mais recente, 5 anúncios de vaga do próximo cargo e um erro que se repetiu nos últimos meses. O que aparece em duas das três é candidato.
  2. Escolha 2 ou 3 competências e escreva cada uma com verbo. Para achar o nome certo, ajudam as listas de hard skills e da escada de provas de cada uma e de soft skills com o exercício semanal para treinar. O que importa é o verbo: "negociar prazo com cliente", não "comunicação".
  3. Desenhe as ações 70/20/10. Para cada competência, uma tarefa real, uma pessoa que observa e um curso que sirva àquela tarefa (detalhes na próxima seção).
  4. Marque prazo e checkpoints. O OPM recomenda atualizar o plano uma vez por ano e, no modelo oficial, uma conversa de acompanhamento por trimestre. Num PDI de 6 meses, os checkpoints ficam no mês 3 e no mês 6.
  5. Escreva um indicador que outra pessoa vê. "Melhorar a comunicação" não passa. "Conduzir 8 passagens de turno sem pendência anotada" passa: o colega do turno seguinte confirma sem você na sala.
  6. Combine, assine e ponha no calendário. Checkpoints e horário semanal da ação prática entram na agenda no dia da conversa. Sem espaço na semana, a auditoria de 5 dias da sua semana mostra de onde tirar a hora.

A regra 70-20-10: de onde vem e como usar sem tratar como lei

Segundo o Center for Creative Leadership (CCL), a regra 70-20-10 saiu de mais de 30 anos da pesquisa Lessons of Experience, sobre como executivos aprendem ao longo da carreira: 70% de experiências e atribuições desafiadoras, 20% de relações de desenvolvimento (quem observa, orienta e dá retorno) e 10% de cursos. Para o CCL, o curso tem efeito amplificador: esclarece, apoia e reforça os outros 90%.

Dois cuidados. O próprio CCL chama a regra de diretriz (guideline), tirada de executivos de empresas americanas. E a proporção não é medida: uma revisão publicada em 2018 na Human Resource Development Review concluiu que a base de evidência para "70% do aprendizado é informal" é fraca. Use 70-20-10 como lembrete de mistura, não como cota de horas.

Como aplicar no seu PDI

  • Cada competência leva pelo menos uma ação de cada tipo. Coluna vazia é prática, retorno ou base faltando.
  • O curso serve a uma tarefa já marcada. Treinamento de reclamações na semana em que começa a fechar o turno, não "quando der".
  • O 20 tem nome e frequência. "A supervisora da manhã, em 4 fechamentos" em vez de "ter um mentor".
  • O 70 precisa de alguém que libere. É a pergunta central da conversa com o gestor.
Banquinho de três pernas iguais com o assento "competência" e as pernas rotuladas 70 prática, 20 retorno e 10 curso, com martelo, balões de fala e livro.

O 10 pode ser curso interno, livro ou trilha de uma plataforma como o Linkedin Learning. Quando a mistura falha, costuma ser por um dos quatro equívocos da tabela de diagnóstico, no fim.

6 exemplos de PDI preenchidos, do primeiro emprego à primeira gestão

Exemplos ilustrativos, com personas sintéticas: prazos e números são parâmetros editoriais, não metas de mercado. O primeiro vem completo; os outros, na tabela.

EXEMPLO ILUSTRATIVO (persona sintética; números são parâmetros editoriais)
Cargo atual: atendente de loja   Próximo degrau: líder de turno
Período: 6 meses   Checkpoints: mês 3 e mês 6

1. COMPETÊNCIA        conduzir a passagem de turno e resolver
                      ocorrências sem chamar a gerente
2. POR QUE AGORA      na última avaliação, a gerente disse que precisa
                      de alguém para fechar o turno da noite
3. AÇÕES 70/20/10     70: fechar o turno 2 vezes por semana a partir
                          do mês 2, usando a lista de passagem
                      20: acompanhar 4 fechamentos da supervisora da
                          manhã e pedir 1 correção em cada
                      10: treinamento de atendimento a reclamações
                          (interno ou curso curto gratuito)
4. PRAZO              mês 3: 10 fechamentos feitos
                      mês 6: 1 semana inteira fechando sozinha
5. INDICADOR          passagens sem pendência anotada pelo turno
                      seguinte; ocorrências resolvidas sem ligar para
                      a gerente
6. RESPONSÁVEL/APOIO  gerente libera a escala; supervisora dá o
                      retorno; RH indica o treinamento
7. ONDE FICA VISÍVEL  no trabalho: caderno ou sistema de passagem
                      no perfil: competência "Atendimento ao cliente"
                      ligada ao cargo atual + recomendação da
                      supervisora

O checkpoint do mês 3 tem número (10 fechamentos): se não veio, a conversa é sobre o que impediu.

6 exemplos de PDI (personas sintéticas)
Cargo e próximo degrauCompetência (com verbo)Ações 70 / 20 / 10Indicador em 6 meses e onde fica visível
Atendente de loja → líder de turnoConduzir a passagem de turno e resolver ocorrênciasFechar o turno 2 vezes por semana / acompanhar 4 fechamentos da supervisora / treinamento de reclamaçõesPassagens sem pendência anotada; caderno de passagem, competência no cargo e recomendação
Auxiliar administrativo → assistente financeiroConciliar contas a pagar na planilha sem retrabalhoAssumir a conciliação semanal de 1 fornecedor / revisão quinzenal com a analista / curso de planilha intermediáriaMês fechado até o dia 5 sem correção; planilha aprovada, certificado e competência no cargo
Analista de marketing júnior → plenoLer o resultado de campanha e propor o próximo testeSer dona do relatório mensal de 1 canal / apresentar ao coordenador e anotar 3 perguntas dele / curso de análise de dados3 testes propostos, 1 aprovado; resumo do teste em Em destaque, sem dado sigiloso
Vendedor interno → executivo de contasConduzir reunião de diagnóstico antes de falar de preçoRoteiro de 5 perguntas em toda reunião / 2 reuniões ouvidas pelo gestor por mês / livro ou curso de venda consultivaRoteiro em 100% das reuniões gravadas; anotações no CRM e recomendação do gestor
Desenvolvedor júnior → plenoEscrever teste automatizado para o código que entregaToda tarefa nova com teste / revisão de código de 1 sênior por semana / curso de testes da linguagem80% das entregas com teste; pull requests e projeto pessoal com testes no perfil
Novo coordenador (primeira gestão)Fazer conversa individual de 30 min com cada pessoa do timeConversa quinzenal com cada pessoa / mentoria mensal com coordenador de outra área / curso ou livro sobre feedback100% das conversas feitas e 1 ajuste pedido pelo time aplicado; competência "Gestão de equipes" no cargo

Exemplos ilustrativos com personas sintéticas; prazos, quantidades e percentuais são parâmetros editoriais do fotoslinkedin.

Como ler a tabela

Entre o cargo operacional e o de escritório, muda a coluna 7. Para a atendente e o auxiliar, a prova mora dentro da empresa (caderno, planilha), e o perfil recebe a competência ligada ao cargo e uma recomendação. Para a analista e o desenvolvedor, parte da entrega pode ir a público, sem dado sigiloso.

Na primeira gestão, o artigo sobre o que atualizar quando você acabou de virar líder cobre o resto do primeiro ano. Se as competências apontam para outra área, o que você tem é uma transição de carreira com teste barato antes de pedir demissão, com outro ritmo.

A conversa de PDI com o gestor: roteiro de 30 minutos

Não espere o gestor puxar o assunto. No Workplace Learning Report 2025 do Linkedin, só 15% dos profissionais disseram que o gestor os ajudou a montar um plano de desenvolvimento de carreira nos seis meses anteriores, 5 pontos a menos que em 2024 (amostra de vários países, Brasil incluído). Quem chega com rascunho conduz a conversa.

Dois dias antes, mande o modelo com as colunas 1, 2 e 7 preenchidas. O resto sai da reunião:

  1. (5 min) "Qual entrega minha você usaria como exemplo do que é o próximo nível aqui?" Abre pelo critério do gestor, não pelo seu pedido.
  2. (7 min) "Destas 3 competências, quais 2 mais separam o meu trabalho de hoje do próximo degrau?" Ele corta uma.
  3. (8 min) "Que tarefa ou projeto real eu posso assumir nos próximos 3 meses para praticar isso?" É a ação 70, e só o gestor libera.
  4. (5 min) "Quem aqui faz isso bem e toparia me dar retorno uma vez por mês?" É a ação 20.
  5. (5 min) "Como nós dois vamos saber, em tal data, que eu desenvolvi isso? Podemos marcar agora o checkpoint do mês 3?" Indicador e data saem da sala combinados.

Em até 24 horas, registre o combinado por e-mail:

Assunto: PDI combinado em __/__

1. Competências: ____________ e ____________
2. Ação prática liberada: ____________, a partir de __/__
3. Quem me dá retorno: ____________, ___ vez(es) por mês
4. Checkpoint do mês 3: __/__ (já no calendário)

Minutos e perguntas são método nosso, sobre a etapa de preparo do modelo do OPM: uma conversa individual com o gestor sobre aspirações, pontos fortes e atribuições desejadas.

Quando a empresa não tem PDI

No mesmo relatório, 55% das organizações ouvidas (respondentes de RH e treinamento, outro público que o dos 15%) dizem oferecer planos de desenvolvimento de carreira: o processo está longe de ser universal. Em empresa pequena falta também o degrau: nos EUA, a Gallup ouviu 15.968 trabalhadores em 2025, e nas empresas com menos de 10 pessoas só 1 em 3 disse ter oportunidade de avanço, contra 74% nas de 1.000 ou mais. É sinal americano, não retrato do Brasil.

Sem processo formal, você vira o RH do próprio PDI:

  • O apoio vira um colega mais experiente ou alguém de fora que dá retorno uma vez por mês.
  • O 70 vira um projeto que você propõe ao gestor com escopo e prazo, do jeito descrito em como ser proativo sem atropelar o chefe.
  • A coluna 7 passa a ser o seu perfil, a prova que vai com você.
  • Se o degrau não existe ali, o teste de empregabilidade em 12 perguntas ajuda a escolher o que desenvolver para fora.

Onde o PDI fica visível: a última coluna no perfil

O PDI fecha quando a competência aparece onde outra pessoa a encontra sem pedir. No Linkedin, quatro destinos:

No mesmo anúncio, o Linkedin disse que 75% dos contratantes no mundo consideram importante o contexto de como uma competência foi usada. É número da plataforma; o recado é o da coluna 7.

Se o PDI termina em cargo novo, título e imagem mudam juntos: veja quando a foto do perfil precisa mudar junto com o cargo. Para avisar a rede sem ruído, o guia de plano de carreira explica quando desligar o aviso automático.

Por que o PDI morre na gaveta: sintoma, causa e ajuste

Um estudo com gerentes de nível médio do setor público australiano (Johnson, Blackman e Buick, 2018) viu o 70-20-10 sem entregar o resultado esperado e apontou quatro equívocos na aplicação: supor que experiência sem estrutura vira capacidade sozinha; ler o aprendizado social de forma estreita; esperar mudança de comportamento após o treinamento sem apoio; e não planejar as três partes como conjunto. É pesquisa qualitativa, num país e num setor; os quatro estão nas linhas 4 a 7.

Diagnóstico do PDI: sintoma, causa e ajuste
SintomaCausaAjusteColuna do modelo
O PDI é uma lista de cursosTudo virou 10Cada curso serve a uma tarefa real já marcada3
A meta é "aumentar vendas em 20%"Meta de resultado no lugar de competênciaEscreva o que você vai saber fazer; o número vira indicador1 e 5
6 competências no papel, nenhuma andandoExcesso de frentesCorte para 2 ou 3 (o OPM fala em 3 a 5 num plano anual)1
"Assumi o projeto, mas não aprendi nada"Prática sem reflexão (equívoco 1)No checkpoint, pergunte o que você faria diferente4
O 20 é só "ter um mentor"Leitura estreita do aprendizado social (equívoco 2)Nomeie quem observa a tarefa e quando dá retorno3 e 6
Fez o curso e nada mudouEsperar mudança automática após o treinamento (equívoco 3)Aplique na semana seguinte, com alguém olhando3
Ações soltas, sem ligação entre si70, 20 e 10 desconectados (equívoco 4)A mesma competência amarra as três ações3
Ninguém lembra do PDI no mês 4Sem data de revisãoCheckpoints no calendário no dia da conversa (o OPM fala em trimestral)4

Equívocos 1 a 4: Johnson, Blackman e Buick (2018), HRDQ 29(4). Metas por ano e revisão: OPM. Ajustes: critério editorial.

O que este modelo não resolve

  • Não garante promoção nem aumento. Depende de a empresa ter o degrau e de quem decide.
  • 70-20-10 é diretriz, não medição. Numa certificação técnica, o curso pesa mais.
  • O OPM é referência de estrutura do governo americano, não regra brasileira nem obrigação legal da sua empresa.
  • Competência que exige formação longa (graduação, registro profissional) não cabe em 6 meses; o PDI cobre a parte que cabe.

Perguntas frequentes

O que é PDI?
PDI é a sigla de plano de desenvolvimento individual: um documento de 6 a 12 meses com 2 ou 3 competências, cada uma com ações, prazo, indicador e o lugar onde a prova fica, combinado entre você e o gestor. Em faculdades, a mesma sigla quer dizer plano de desenvolvimento institucional.
O que colocar no PDI?
Para cada competência: o que você vai saber fazer, por que agora, as ações (prática, retorno e curso), o prazo com checkpoints, um indicador que outra pessoa vê, quem apoia e onde a prova vai ficar visível. Nome, cargo atual, próximo degrau e período ficam no cabeçalho.
Qual a diferença entre PDI e plano de carreira?
O plano de carreira é a trilha, com cargo-alvo em anos. O PDI é o degrau seguinte: as competências que você desenvolve nos próximos 6 a 12 meses para chegar mais perto desse alvo.
Quantas competências colocar no PDI?
Duas ou três num plano de 6 meses, como critério editorial nosso. O modelo público do OPM fala em 3 a 5 metas num plano anual, com 2 a 3 ações por meta.
De quanto em quanto tempo revisar o PDI?
O OPM recomenda uma conversa de acompanhamento por trimestre e uma nova versão por ano. Revise antes se o cargo, o gestor ou a área mudarem.

Competência nova no perfil, foto do cargo anterior?

Quando o checkpoint do mês 6 fecha, o perfil muda inteiro. No /comecar, selfies guiadas pela câmera viram uma prévia da foto profissional sem custo, com marca d'água; sem a marca, R$ 2,50 no Pix.

Gerar a prévia com minhas selfies

Resumo e próximos passos

  • PDI é o degrau de 6 a 12 meses; o plano de carreira é a trilha em anos.
  • Copie o modelo de 7 colunas e comece pela coluna 7.
  • Use 70-20-10 como lista de mistura (prática, retorno, curso), não como cota.
  • Leve o rascunho ao gestor com as 5 perguntas; só 15% dizem ter recebido essa ajuda do gestor no último semestre.
  • Marque os checkpoints do mês 3 e do mês 6 no dia da conversa.

No checkpoint final, leve a prova ao perfil. Se o degrau virou cargo, revise o retrato com o guia completo da foto para Linkedin, com a hora certa de trocar. Se falta a trilha por trás do degrau, comece pelo modelo de plano de carreira de 30 minutos.

Pedro Mota

Fundador, fotoslinkedin.com.br

Pedro Mota é fundador da fotoslinkedin.com.br, ferramenta de IA que transforma uma selfie em foto profissional pronta pro Linkedin em 60 segundos. Antes, atuou com design e produto digital. Hoje vê centenas de fotos por semana e escreve sobre o que funciona pra carreira no Brasil em 2026.

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