Modelo de plano de carreira para preencher em 30 minutos
O modelo de plano de carreira abaixo tem 5 blocos, e o tempo entre colchetes é o orçamento de cada um: 5 + 5 + 10 + 5 + 5 minutos. Copie, preencha de uma vez, sem buscar a frase perfeita, e marque a data da revisão no calendário antes de fechar.
MODELO DE PLANO DE CARREIRA (30 minutos; revise a cada 6 meses)
[5 min] 1. ONDE ESTOU HOJE
Cargo e nível atual:
Tempo no cargo:
2 entregas que eu faço bem (com número):
O que eu não quero mais fazer:
[5 min] 2. PARA ONDE VOU
Cargo-alvo em 12 meses:
Cargo-alvo em 36 meses:
Tipo de trilha (linear, horizontal, Y, W ou rede):
Caminho: dentro desta empresa, fora, ou os dois
[10 min] 3. AS 3 COMPETÊNCIAS QUE FALTAM
(as que aparecem em pelo menos 3 de 5 anúncios do cargo-alvo)
Competência | Como vou desenvolver | Prova que outra pessoa vê | Prazo
1.
2.
3.
[5 min] 4. QUEM PRECISA SABER
O que vou pedir ao meu gestor (critério e prazo):
1 pessoa que já está no cargo-alvo:
O que fica visível no meu perfil, e quando:
[5 min] 5. REVISÃO
Data da próxima revisão (daqui a 6 meses):
Gatilhos que antecipam a revisão:
[ ] promoção negada ou adiada
[ ] troca de gestor ou reestruturação
[ ] proposta de outra empresa
[ ] competência concluída antes do prazo
[ ] mudança de vida (cidade, família, saúde)O bloco 3 leva 10 minutos porque depende de uma pesquisa rápida em anúncios de vaga, explicada no passo a passo. Abaixo, um exemplo preenchido, com pessoa fictícia e números ilustrativos:
EXEMPLO ILUSTRATIVO (persona sintética)
1. ONDE ESTOU HOJE
Cargo e nível: analista de suporte júnior, empresa de software (80 pessoas)
Tempo no cargo: 1 ano e 4 meses
2 entregas: resolvo 35 chamados por semana; escrevi 12 artigos da base
de ajuda que reduziram chamados repetidos
Não quero mais: atender só por chat
2. PARA ONDE VOU
12 meses: analista de suporte pleno
36 meses: escolher entre coordenação de suporte e especialista técnico
Tipo de trilha: Y (a bifurcação vem depois do pleno)
Caminho: dentro, se a empresa abrir a vaga de pleno até o 2º semestre;
se não abrir, fora
3. AS 3 COMPETÊNCIAS QUE FALTAM
SQL básico | curso + consultas reais do time | 5 consultas que o time usa | 4 meses
Treinar novatos | conduzir a integração de 2 pessoas | feedback escrito delas | 8 meses
Inglês para documentação | 3 aulas por semana | 3 artigos traduzidos e publicados | 12 meses
4. QUEM PRECISA SABER
Gestor: quais critérios definem o pleno e quando é a próxima avaliação
1 pessoa: a coordenadora de suporte de outra empresa da mesma cidade
Perfil: competências reordenadas agora; título só depois da promoção
5. REVISÃO
Próxima revisão: 12/04/2027
Gatilho que já marquei: [x] troca de gestorPor que cada bloco existe
Repare que o exemplo nomeia cargos e escreve o caminho alternativo antes de precisar dele. Cada bloco tem um motivo:
- Dois horizontes, 12 e 36 meses. O de 12 meses decide o que você faz na próxima segunda-feira; o de 36 decide qual braço escolher quando a trilha se dividir.
- Prova que outra pessoa vê. "Fiz um curso de SQL" pesa menos que "5 consultas que o time usa toda semana", porque a segunda pode ser conferida por quem decide a promoção.
- Quem precisa saber. Plano que só você conhece não chega a quem decide a promoção.
- Gatilhos de revisão. Sem data nem evento que force a releitura, o plano vira arquivo esquecido.
O que é plano de carreira (e o que ele não é)
Plano de carreira, no sentido pessoal, é o registro de para onde você quer ir no trabalho, em quanto tempo e com que provas. Cabe numa página porque precisa ser relido. A mesma expressão, porém, nomeia três documentos diferentes: o seu plano, a trilha de degraus que o RH desenha e o plano de cargos e salários, que liga cada cargo a uma faixa salarial. Os dois últimos são da empresa e podem afastar a regra da equiparação salarial.
| Plano de carreira pessoal | Trilha (plano de carreira) da empresa | Plano de cargos e salários |
|---|---|---|
| Você | A empresa (RH) | A empresa, por norma interna ou negociação coletiva |
| 12 a 36 meses | A vida na empresa | Enquanto a estrutura valer |
| Cargo-alvo, competências, provas, revisão | Degraus, requisitos de cada degrau, programas | Cargos, faixas salariais, critérios de promoção |
| Nenhum | Se for quadro de carreira, afasta a equiparação (art. 461, § 2º) | Afasta a equiparação (art. 461, § 2º) |
| No seu caderno | RH, intranet, manual do colaborador | RH; nas empresas com 100+ empregados, o relatório de transparência salarial |
CLT, art. 461, § 2º (Planalto), e Portaria MTE 3.714/2023, consultadas em 12/10/2026.
Dois vizinhos costumam entrar no mesmo saco. O PDI, plano de desenvolvimento individual, é a parte de curto prazo: o plano de carreira diz para onde você vai; o PDI diz o que desenvolver neste ano. E, quando o plano é trocar de área, e não de degrau, o problema é outro. Este guia trata de crescer na trilha atual ou planejar o próximo degrau.
No Workplace Learning Report 2025 do Linkedin Learning, crescer na carreira é o motivo número 1 para as pessoas aprenderem, e 88% das organizações pesquisadas se dizem preocupadas com retenção. Mesmo assim, só 36% tinham programa de desenvolvimento de carreira maduro; 33% não tinham iniciativa nenhuma. A pesquisa ouviu 937 profissionais de RH e treinamento e 679 aprendizes de vários países, Brasil incluído: descreve tendência, não a sua empresa. Pode não existir trilha pronta onde você trabalha, e o plano pessoal precisa existir de qualquer jeito.
Os 5 tipos de plano de carreira e qual serve para você
Não existe nomenclatura oficial. Nas 10 primeiras páginas do Google para "plano de carreira", lidas em 12/10/2026, contamos 12 nomes de tipo. Os cinco abaixo são os que mais se repetem: Y aparece em 8 das 10, linear e W em 7, horizontal em 6 e rede em 5.
Um aviso: dependendo do site, W quer dizer três coisas diferentes (uma terceira trilha de projetos, movimentos laterais antes da promoção, ou técnico e gerencial ao mesmo tempo). Aqui, W é o Y com uma terceira saída, a de projetos.
| Tipo | Como funciona | Para quem serve | Sinal de que é o errado |
|---|---|---|---|
| Linear (vertical, em linha) | Um degrau por vez na mesma área, até a gestão | Quem quer liderar gente e está numa empresa com degraus definidos (varejo, serviço público) | Os degraus de cima estão ocupados há anos, ou você não quer gerir pessoas |
| Horizontal | Cresce em escopo e senioridade sem mudar de nível hierárquico (júnior, pleno, sênior) | Quem gosta do ofício e quer ficar nele | A empresa não tem faixa salarial para senioridade: você cresce e o salário não |
| Em Y | A partir de um ponto, duas trilhas: gestão ou especialista técnico | Áreas técnicas (TI, engenharia, saúde, jurídico) | A trilha técnica para no sênior: o Y existe só no papel |
| Em W (Y + trilha de projetos) | Gestão, especialista ou liderança de projeto sem equipe fixa | Quem quer coordenar entregas sem virar chefe de ninguém | A empresa não trabalha por projetos; confirme com o RH o que ela chama de W |
| Em rede | Movimentos laterais entre áreas e níveis, conforme abrem vagas internas | Quem ainda não escolheu a área, em empresa grande com mobilidade interna | Três mudanças laterais seguidas sem ganhar escopo: o histórico passa a parecer indecisão |
Tipos mais citados nas 10 primeiras páginas do Google em 12/10/2026 (leitura do fotoslinkedin). A coluna 'sinal de que é o errado' é critério editorial.
Escolha o tipo pela trilha que a empresa realmente tem, não pela que aparece no manual de integração. A trilha de caixa a gerente da Havan é um exemplo de plano linear de varejo. Se o alvo é a gestão, vale entender como liderar antes de ter o cargo.
O Y é o tipo mais estudado. Em inglês se chama dual ladder, e um estudo de Thomas Allen e Ralph Katz publicado em 1986 na R&D Management, com quase 1.500 engenheiros e cientistas de 9 organizações dos EUA, já registrava que a eficácia dessa escada dupla tinha sido questionada muitas vezes. Pergunte qual é o cargo mais alto da trilha técnica e como ele se compara ao de gerente. Se ninguém souber responder, o Y existe só no organograma.
Como montar o seu plano de carreira em 6 passos
Os 6 passos seguem a ordem do modelo:
- Escreva o ponto de partida com duas entregas que tenham número. "Atendo clientes" não serve; "resolvo 35 chamados por semana" serve.
- Dê ao cargo-alvo o nome que ele tem em anúncio de vaga. "Crescer" e "ser líder" não são cargos; "coordenador de atendimento" e "analista de dados pleno" são. Para conferir a descrição oficial de uma ocupação, a Classificação Brasileira de Ocupações ajuda; o próprio Ministério do Trabalho avisa que os efeitos dela são administrativos e não se estendem às relações de trabalho, ou seja, não definem salário nem promoção.
- Leia 5 anúncios do cargo-alvo e fique com o que aparece em pelo menos 3. O filtro reduz uma lista infinita a 3 competências. Para as comportamentais, veja como provar uma competência comportamental com contexto; para as técnicas, a escada de provas de uma competência técnica.
- Para cada competência, defina a prova que outra pessoa vê. Entrega com número, projeto publicado, certificado com data, feedback escrito de quem você treinou.
- Marque duas conversas. Uma com alguém que já está no cargo-alvo, de preferência em outra empresa; a mensagem para pedir 15 minutos a quem já está no cargo tem roteiro próprio. Outra com o gestor, com um pedido só: qual critério define o degrau seguinte e quando é a próxima avaliação. Não peça a promoção; peça a régua.
- Ponha a data da revisão no calendário, daqui a 6 meses, antes de fechar o documento.
O passo 2 esconde uma pergunta: o degrau seguinte existe na sua empresa? Nos EUA, a pesquisa da Gallup publicada em outubro de 2025, com 15.968 empregados, encontrou que só 1 em cada 3 pessoas em empresas com menos de 10 empregados diz ter oportunidade de avanço, contra 74% nas empresas com mil ou mais. É dado americano e autodeclarado, mas o recado serve: sem trilha onde você está, o campo "caminho" precisa admitir "fora".
Quando revisar: a regra do semestre e os 5 gatilhos
Não há estudo que diga a frequência certa de revisão. A nossa regra: a cada 6 meses e, antes disso, sempre que um gatilho disparar. Seis meses é tempo para uma competência sair do zero e virar prova, e nas empresas com 100 ou mais empregados bate com o relatório de transparência salarial de março e setembro. Os gatilhos, e o que cada um muda no modelo:
- Promoção negada ou adiada. Peça o critério por escrito, refaça o bloco 3 com ele e decida se o caminho passa a ser "fora".
- Troca de gestor ou reestruturação. Refaça o bloco 4, porque a conversa recomeça do zero, e confira se o cargo-alvo ainda existe no novo organograma.
- Proposta de outra empresa. Compare com o cargo de 12 meses do plano, não com o salário de hoje.
- Competência concluída antes do prazo. Ponha a prova no perfil e puxe a próxima competência da lista dos anúncios.
- Mudança de vida (cidade, família, saúde). Refaça o bloco 2. Prazo maior não é fracasso.
Na revisão, releia o bloco 2, risque o que foi feito no bloco 3 e responda se o cargo de 12 meses ainda é o certo. Se for não em dois semestres seguidos, o problema não é o prazo, é o alvo.
O plano da empresa e a CLT: o que diz o art. 461
É aqui que o plano da empresa deixa de ser assunto de RH e vira regra de salário. O art. 461 da CLT trata da equiparação salarial: quando a função é idêntica e o trabalho tem igual valor, prestado ao mesmo empregador e no mesmo estabelecimento, a lei manda pagar salário igual, sem distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade. O § 1º só compara quem tem até 4 anos de diferença de casa e até 2 anos de diferença na função.
O que interessa ao plano de carreira está no § 2º, com a redação de 2017: "Os dispositivos deste artigo não prevalecerão quando o empregador tiver pessoal organizado em quadro de carreira ou adotar, por meio de norma interna da empresa ou de negociação coletiva, plano de cargos e salários, dispensada qualquer forma de homologação ou registro em órgão público."
Em linguagem simples: quando a empresa tem quadro de carreira ou plano de cargos e salários, a equiparação deixa de valer, e o plano não precisa de registro em órgão público desde a Lei 13.467/2017. O caminho do aumento passa a ser o critério do plano, e o § 3º diz que, desde 2017, a promoção pode ser por merecimento, por antiguidade ou por um só desses critérios (antes, a lei mandava alternar os dois).
Duas consequências. O art. 461 não obriga a empresa a ter plano; diz o que acontece quando há, e a convenção coletiva da categoria pode trazer regra própria. E, se a empresa tem plano, é o critério dele que decide a promoção, não a comparação com o colega.
Como descobrir se a sua empresa tem plano
Nas empresas com 100 ou mais empregados há uma fonte pública. A Lei 14.611/2023 criou a "publicação semestral de relatórios de transparência salarial e de critérios remuneratórios" para essas empresas, e o Decreto 11.795/2023 manda publicar em março e setembro, no site, nas redes sociais ou em meio parecido, com ampla divulgação aos empregados. Em agosto de 2026, segundo a Agência Gov, as empresas preparavam o 6º relatório.
A Portaria MTE 3.714/2023 lista o conteúdo, e entre os itens estão a "existência ou inexistência de quadro de carreira e plano de cargos e salários" e os critérios para promoção a chefia, gerência e direção. Quando a empresa publica, o relatório responde a pergunta que muita gente tem receio de fazer ao RH. Se ela é menor, ou o relatório não está à vista, leve 4 perguntas:
- Existe quadro de carreira ou plano de cargos e salários? Onde está escrito?
- A promoção é por merecimento, por antiguidade ou pelos dois? (art. 461, § 3º)
- Quais requisitos o cargo seguinte exige, e quando é a próxima avaliação?
- (Empresa com 100+ empregados) Onde está o último relatório de transparência salarial?
O Projeto Escalada da Atento mostra como uma empresa escreve um critério de tempo na função.
Como deixar o plano visível no Linkedin sem anunciar ao chefe
O plano só anda se quem decide enxergar o degrau seguinte em você, e parte dessa leitura acontece no perfil. O risco é mexer nele e a rede inteira, chefe incluído, receber um aviso. A ordem abaixo evita isso.
- Desligue o aviso à rede antes de mexer. O caminho é Eu, Configurações e privacidade, Visibilidade, Compartilhar atualizações de perfil. Segundo a Ajuda do Linkedin, mudança de emprego pode virar notificação à rede em até duas horas, e essa configuração também cobre promoções.
- Reordene as competências e ponha as 3 do plano no topo. O caminho é Competências, Editar, Mais, Reorganizar. O perfil aceita até 100 competências e, segundo a página sobre reordenação, elas só são agrupadas em categorias quando há mais de três listadas.
- Escreva no título a especialidade que leva ao cargo-alvo, sem inventar o cargo. A Ajuda sobre o título profissional diz que ele aparece nos resultados de pesquisa e pode ser diferente do cargo atual. Para redigir, use modelos de título que apontam para o próximo cargo.
- Open to Work: se o plano é crescer onde você está, não ligue. Se o caminho inclui "fora", prefira a opção Apenas recrutadores; a Ajuda diz que tenta esconder o seu interesse de recrutadores da sua empresa, mas "não podemos garantir total privacidade". A opção para todos inclui funcionários da empresa atual e põe o selo #OpenToWork. A versão em inglês da página traz uma terceira opção, visível só para você, que só ajusta recomendações de vagas.
- Use uma foto que caiba no cargo de 12 meses. Roupa e fundo coerentes com o cargo-alvo contam a mesma história que o título; veja a foto que acompanha o cargo que você quer, não só o que você tem.

Desligar o aviso vem primeiro porque vale para a próxima alteração salva; editado o cargo antes, a notificação pode já ter saído. E reordenar competências não promete nada em busca: a Ajuda permite a reordenação, mas não diz que a ordem pesa no ranking. Ela só ajuda quem lê a ver primeiro o que o plano quer mostrar.
Por que o plano de carreira não sai do papel (e o ajuste)
Os seis problemas mais comuns, com causa e ajuste:
- Plano escrito e esquecido. Causa: sem data de revisão. Ajuste: data no calendário e os 5 gatilhos.
- Cargo-alvo vago, como "crescer" ou "ser líder". Causa: nenhum cargo nomeado. Ajuste: o nome do cargo como aparece em anúncio.
- Competência sem prova. Causa: "fazer um curso" virou a meta. Ajuste: a prova que outra pessoa vê.
- Promoção negada sem explicação. Causa: o critério nunca foi perguntado. Ajuste: as 4 perguntas ao RH.
- O chefe soube pela rede. Causa: aviso ligado ou Open to Work para todos. Ajuste: itens 1 e 4 do checklist do perfil.
- Trilha errada. Causa: um Y numa empresa sem trilha técnica acima do sênior. Ajuste: trocar o tipo no bloco 2 ou assumir o caminho "fora".
Limites honestos
Plano de carreira não garante promoção. Ele organiza o que depende de você (competência, prova, conversa, revisão) e deixa claro o que não depende: a vaga existir, o orçamento abrir, o gestor ficar. O relatório do Linkedin Learning e a Gallup mostram associação, não causa, e nenhum é estatística brasileira. E o resumo do art. 461 não substitui a convenção coletiva nem um advogado olhando o seu caso.
Perguntas frequentes
O que é plano de carreira?
Quais são os tipos de plano de carreira?
Qual a diferença entre plano de carreira e plano de cargos e salários?
A empresa é obrigada a ter plano de carreira?
De quanto em quanto tempo revisar o plano de carreira?
Uma foto que já caiba no degrau seguinte do seu plano
Se o plano mira a coordenação em 12 meses, a foto pode mirar junto. As selfies guiadas do /comecar geram, sem pagar, uma prévia com marca d'água; sem a marca, R$ 2,50 no Pix ou plano desde R$ 7,90.
Resumo e próximos passos
- O plano cabe numa página: cargo em 12 e em 36 meses, 3 competências e uma prova para cada.
- Escolha o tipo (linear, horizontal, Y, W ou rede) pela trilha que a empresa realmente tem.
- Revise a cada 6 meses e sempre que um dos 5 gatilhos disparar.
- Se a empresa tem plano de cargos e salários, pergunte qual critério decide a promoção.
- No perfil, desligue o aviso à rede antes de editar e ponha as 3 competências do plano no topo.
O guia de foto para Linkedin, com roupa e fundo por área mostra como alinhar a imagem ao cargo que o plano mira.
Pedro Mota
Fundador, fotoslinkedin.com.br
Pedro Mota é fundador da fotoslinkedin.com.br, ferramenta de IA que transforma uma selfie em foto profissional pronta pro Linkedin em 60 segundos. Antes, atuou com design e produto digital. Hoje vê centenas de fotos por semana e escreve sobre o que funciona pra carreira no Brasil em 2026.



