A capa de artigo do Linkedin tem 1920 x 1080 pixels e é cortada em 16:9 pela própria rede, em JPEG, PNG ou WEBP, na documentação consultada em 05/09/2026. A edição de newsletter usa exatamente essa capa e acrescenta um só campo: a logomarca da série, em 300 x 300.
O tamanho da capa de artigo do Linkedin: 1920 x 1080, cortada em 16:9
O editor abre e a primeira coisa que ele pede é uma imagem larga no topo. O tamanho da capa de artigo do Linkedin está publicado na documentação da própria rede, em duas frases, e as duas importam: "O tamanho ideal da imagem para a foto de capa é 1.920 (largura) x 1.080 (altura) pixels. As imagens de capa são cortadas em uma proporção de 16:9." É o que está na página de ajuda sobre imagens de capa e mídia no artigo, consultada em 05/09/2026, e a mesma página em inglês repete os mesmos números.
A segunda frase é a que quase nenhum guia em português publica, e é ela que governa o resultado. O texto não diz que 16:9 é o formato sugerido: diz que a imagem é cortada nessa proporção. Quem exporta em outra proporção não recebe uma imagem menor: recebe uma imagem aparada, e o pedaço que some sai das laterais sem aviso.
Sobre formato, a mesma página é literal: "Os GIFs não podem mais ser usados para as fotos de capa" e "Os tipos de arquivo aceitos para imagens de capa são JPEG, JPG, PNG e WEBP". Dentro do corpo do artigo a lista é outra e o GIF continua valendo, com menos de 400 quadros: capa e imagem interna são campos diferentes.
E há uma ausência que vale tanto quanto os números presentes: a documentação consultada em 05/09/2026 não publica limite de peso nem teto de resolução para a capa. Não é o mesmo que dizer que limite não existe, porque o editor pode recusar um arquivo sem avisar na página. É dizer que não há número oficial para citar hoje, e que o teto de peso que você vai encontrar repetido por aí saiu dessa mesma página em 2024.
Capa de artigo e de edição de newsletter (Linkedin)
Tela: 1920 x 1080 px | proporção 16:9 | o corte 16:9 é executado pela rede
Formato: JPEG, JPG, PNG ou WEBP | GIF não é mais aceito na capa
Entrega: 1280 x 720 px na página do artigo (medição de 40 capas, 05/09/2026)
Peso: a documentação não publica limite; JPEG de alta qualidade em 1920 x 1080
fica em torno de 190 KB, contra 1,5 MB do mesmo quadro em PNG
Logomarca da série (só newsletter): 300 x 300 px, quadrada
Onde: só no site para computador ou em navegador de tabletA última linha do bloco não é rodapé: a própria página avisa, na abertura, que o recurso não está disponível no aplicativo. E ficam duas fronteiras, porque "capa" cobre objetos diferentes na mesma rede: a faixa que fica atrás do seu avatar no perfil e a faixa do topo de uma Página de empresa, que tem editor e régua próprios. Nenhuma das duas tem a medida daqui.
Tamanho da capa da newsletter do Linkedin: a mesma capa, mais uma medida
A resposta curta é que quase nada muda, e isso é informação, não decepção. A página de melhores práticas para newsletters, consultada em 05/09/2026, pede: "Carregue uma foto de capa para cada artigo individual na newsletter (recomenda-se 1920 (l) x1080 (a) pixels)." É o mesmo número da capa de artigo avulso, porque é o mesmo campo: cada edição de newsletter é um artigo, escrito no mesmo editor, com a mesma imagem no topo.
O que a newsletter acrescenta é um campo, e um só: "Carregue uma logomarca da sua série, para aumentar o engajamento (recomendamos 300 x 300 pixels)." Ela é da série inteira, não da edição, e é a única peça quadrada do conjunto. Quem procurava quatro medidas novas para newsletter vai encontrar, em toda parte, medidas de outros objetos misturadas.
A medição descrita mais abaixo acrescenta um detalhe de desenho: nas cinco amostras de logotipo que medimos, a logomarca é entregue em 100 x 100 pixels. Os 300 x 300 recomendados dão três vezes de folga na redução, não aparecem inteiros em tela. Tipografia fina, slogan e moldura detalhada nesse quadrado são trabalho que ninguém vai ver; um símbolo de contraste alto sobrevive.
Sobre quantidade, a documentação registra que dá para criar até cinco newsletters por conta, e que é a primeira edição publicada que cria a página da série. No limite, são cinco logomarcas quadradas e uma capa nova a cada edição.
A mesma página traz a única recomendação de conteúdo de imagem que a plataforma publica por escrito para esse campo, e o verbo importa: "Tente evitar o Clipart ou outras imagens genéricas. Imagens com rostos e pessoas tendem a atrair um público maior." É recomendação da plataforma sobre si mesma, sem metodologia publicada junto, e o "tendem a" está no original. Não é promessa de alcance e não deve virar uma. O que ela autoriza a dizer é modesto: se a série é assinada por você, o retrato de uma pessoa real é a escolha que a própria documentação sugere, no lugar de um banco de imagens sem dono. Essa página, vale registrar, está carimbada como atualizada há um ano e avisa que foi parcialmente traduzida de forma automática.
As 6 medidas de imagem de uma publicação do Linkedin
Guia de tamanho costuma listar o que você envia e parar por aí. Falta a metade que decide como a imagem aparece: o que a rede entrega. São coisas diferentes. O número recomendado é um pedido; o número entregue é o arquivo que o navegador de quem lê realmente baixa. A tabela abaixo junta as duas colunas para os seis campos de imagem que existem em volta de uma publicação, com a origem de cada linha declarada.
Duas linhas costumam surpreender quem publica há anos. A foto do autor sai em 400 x 400 px na assinatura, o mesmo número do quadrado do perfil, o que significa que o retrato que aparece assinando o artigo, e o arquivo que ele exige, já está decidido antes de você abrir o editor. E a última linha: a imagem que aparece quando colam o link do seu artigo num aplicativo de mensagem não é uma miniatura separada, é a capa.
A capa em vídeo é o único campo com tabela completa de requisitos na documentação, e ela reaproveita a régua de vídeo do resto da rede: de 75 KB a 5 GB, de 3 segundos a 15 minutos no computador (10 minutos no aplicativo), de 256 x 144 a 4096 x 2304, proporção de 1:2,4 a 2,4:1, de 10 a 60 quadros por segundo e de 192 kbps a 30 Mbps. E uma frase da mesma página interessa a quem publica newsletter: a miniatura do vídeo é o que aparece nos e-mails enviados aos assinantes.
De onde vêm 1200 x 644, 744 x 400 e 600 x 322: uma proporção só, aposentada em 2024
Se você pesquisou essa medida antes de chegar aqui, provavelmente colecionou três números diferentes. Eles não são três erros independentes: são o mesmo número em três escalas, e dá para conferir com uma divisão.
capa hoje 1920 / 1080 = 1,7778 : 1 (16:9)
1200 / 644 = 1,8634 : 1
600 / 322 = 1,8634 : 1 <- mesmo número, metade da escala
744 / 400 = 1,8600 : 1 <- entrega medida de 2020
1280 / 688 = 1,8605 : 1 <- entrega medida de 2021
as quatro são a mesma proporção (variação de 0,18%)
1200 x 644 = 2,00x (600 x 322) 744 x 400 = 1,24x (600 x 322)
o outro engano, que é campo trocado:
1200 / 627 = 1,9139 : 1 -> essa é a prévia de link, não a capaOu seja: 1200 x 644, 600 x 322 e 744 x 400 descrevem a mesma capa, na proporção 1,86:1, que era a desse campo antes de a rede passar a cortar tudo em 16:9. Quem publica esses números não inventou nada: está parado num estado anterior da plataforma. Já 1200 x 627 é outro objeto, com 1,91:1, que é a prévia de link de uma publicação comum.
A linha do tempo está inteira no arquivo público da mesma página de ajuda. No estado de 07 de abril de 2024, ela publicava 5 MB por imagem, teto de 7680 x 4320 pixels, limite de 36 MB por arquivo, a lista "JPG, GIF estático e PNG" e 500 quadros para GIF, junto com o mesmo 1920 x 1080 de sempre. No estado de 27 de junho de 2024, o teto de resolução, o limite de peso e as 500 frames já tinham saído. E no estado de 10 de setembro de 2024 aparecem, pela primeira vez, as duas frases que hoje governam o campo: a proibição do GIF na capa e o corte em 16:9.
O eixo deste artigo cabe em uma linha: o 1920 x 1080 é a única especificação que atravessou os quatro anos intacta. Tudo em volta mudou entre abril e setembro de 2024, e a busca em português copia justamente o que saiu, ignorando a única regra nova que muda o desenho da imagem. Por isso os números aposentados aparecem aqui só com data e link de arquivo, nunca como especificação atual.
Um retrato da busca em 05/09/2026, com veículo, número e data, sem adjetivo: o Linked Helper publica "Article (newsletter) header: 1200 x 644 px (shown as a smaller 600 x 322 featured preview)", num guia de 3.563 palavras que é o mais copiado em inglês; a Digitale publica "Imagem destacada de artigo (Pulse): 1200 x 644 pixels"; a Digital Sem Igual publica "Banner interno do artigo: 600 x 322 pixels"; e a La Growth Machine publica 1200 x 627 px para "Article Cover Images", que é o caso de campo trocado. Duas páginas que ranqueiam para a busca, a da Waalaxy com 1.120 palavras e a de uma calculadora de proporções com 385, não têm o objeto. Um acerto merece crédito: a página do Resizebox traz 1920 x 1080 e o "formato HD 16:9", embora anuncie um teto de 20 MB que é da ferramenta, não do Linkedin.
Falta o fato mais curioso. O terceiro resultado orgânico do Google no Brasil para "tamanho capa artigo linkedin", na leitura de 05/09/2026, é uma página oficial de ajuda chamada "Imagens de capa em artigos" que responde 404, testada naquele dia com e sem o trecho de idioma na URL e sem um único registro no arquivo público da internet. O resumo que o buscador ainda exibe traz os limites aposentados.
Se o seu problema é o oposto, e você já sabe a medida mas precisa produzir a arte, quem vai pedir essa imagem a um gerador tem um roteiro próprio.
O que o Linkedin entrega de verdade: 40 capas medidas no CDN da própria rede
A documentação diz o que enviar. Ninguém diz o que volta, e isso é mensurável sem login: as páginas públicas de artigo servem as imagens por um endereço de CDN, o servidor de imagens da própria rede, que declara, no próprio caminho do arquivo, a variante de renderização usada e o carimbo de data do envio original.
O procedimento, em 05/09/2026: 15 páginas públicas de artigo abertas, 143 ocorrências de capa extraídas, lista deduplicada por identificador de arquivo, e as 40 primeiras capas distintas baixadas e medidas. O resultado se separa em dois grupos pela data de envio.

Entre as capas enviadas de outubro de 2024 em diante, 28 de 28 saíram em 16:9, com proporções entre 1,7764 e 1,7803, que é variação de arredondamento de um pixel. Entre as enviadas antes de julho de 2024, só 3 de 12 estavam em 16:9, e as outras nove se espalhavam por sete proporções, de 1,5152 a 3,3333. A amostra tem um vão declarado entre setembro de 2023 e janeiro de 2025, então ela sustenta o contraste entre os grupos, não a data exata da virada.
O segundo achado é o que muda o seu arquivo: a capa é entregue no máximo em 1280 x 720 px na página do artigo. Você envia 1920 x 1080 e a rede serve dois terços dessa largura. Isso não torna o 1920 x 1080 inútil, e a próxima seção explica por quê, mas muda o alvo: você compõe para o que sobra de 1280 x 720 depois do corte.
Na mesma varredura apareceram os outros números da tabela acima. A logomarca da série sai em 100 x 100 px e a foto do autor em 400 x 400 px. As imagens de dentro do artigo caem em caixas de 744 x 400 e de 1488 x 1000 px e, ao contrário da capa, não são cortadas: nenhuma das 36 amostras excedeu a caixa correspondente, o que indica que a proporção original é preservada. Um gráfico vertical vai inteiro dentro do artigo, e não caberia na capa.
E o achado que substitui, com prova, uma crença repetida em toda parte: em 7 de 7 páginas públicas abertas naquele dia, a etiqueta que define a imagem de compartilhamento apontava para a própria capa, na mesma variante de 1280 x 720. A capa é, também, a miniatura que aparece quando o link sai da rede, que é a mesma lógica de o que a busca faz com a sua imagem depois que ela sai da rede.
Quanto o corte 16:9 come de cada medida
Com a proporção de destino fixa, dá para calcular quanto some de cada medida, sem estimativa. Nas 28 capas recentes o corte se comportou como corte centralizado no eixo mais longo, e é o que as contas abaixo assumem. A documentação não descreve o ponto de ancoragem: isso é observação, não regra publicada.
- 1920 x 1080 (1,7778): o corte não tira nada. Depois vai para 1280 x 720, uma redução de 0,667 vez.
- 3840 x 2160 (1,7778): também não perde nada no corte, e reduz 0,333 vez até o container. Muito peso para o mesmo resultado.
- 1200 x 644 (1,8634): o corte tira 4,59% da largura, 55,1 px, e sobram 1145 x 644. Depois a imagem ainda é ampliada 1,118 vez.
- 1200 x 627 (1,9139): o corte tira 7,11% da largura, 85,3 px. É a medida da prévia de link usada no campo errado.
- 1536 x 768 (2,0000): o corte tira 11,11% da largura, 170,7 px. É a maior perda entre os números comuns.
- 744 x 400 (1,8600): perde 4,42% no corte e ainda precisa ser ampliada 1,8 vez para preencher o container.
O padrão: o problema de uma medida errada quase nunca é ela ser pequena. É ela ter outra proporção, o que faz a rede aparar as laterais, e ser estreita demais, o que obriga a ampliação. As duas coisas somadas explicam a maioria das capas borradas com o logotipo cortado que aparecem no feed.
Falta a área segura, e aqui é preciso ser explícito: a documentação da capa de artigo não publica nenhuma faixa segura em pixels. A margem abaixo é derivação deste blog a partir do container medido: com o corte já resolvido por você, manter rosto, logotipo e texto dentro dos 80% centrais cobre o que foi observado.
Tela 1920 x 1080 (o que você exporta)
Entrega 1280 x 720 (o que a rede serve)
Guia esquerda x = 192 Guia superior y = 108
Guia direita x = 1728 Guia inferior y = 972
Faixa útil 1536 x 864 px, centralizada
(derivação deste blog, não é especificação publicada)
Teste final reduza a arte para 320 px de largura.
O título ainda se lê? Se não, ele é grande demais para o feed.Checklist de exportação da capa, em 8 linhas
Cada item existe por causa de uma linha da documentação ou de um número medido acima. A ordem é a que evita retrabalho.
- Exporte em 1920 x 1080 px, e não em 4K. Com oito retratos recortados em 16:9 e levados ao container de 1280 x 720, o 4K rendeu +0,14% de nitidez sobre o 1920 x 1080, o que é ruído. O arquivo, esse sim, sobe de 1,5 MB para algo entre 3,2 e 4,0 MB em PNG.
- Nunca exporte abaixo de 1280 px de largura. No mesmo teste, 744 px de largura custou 15,88% de nitidez e 960 px custou 8,75%, porque a imagem é ampliada até preencher o container.
- Prefira JPEG de alta qualidade ou WEBP. Nos mesmos oito retratos em 1920 x 1080, o PNG deu 1.562 KB de média, o JPEG na qualidade 90 deu 192 KB e o WEBP na qualidade 85 deu 63 KB.
- Corte você mesmo, em 16:9 exato, antes de subir. Assim você decide o que sai da imagem, em vez de deixar o corte automático decidir por você.
- Deixe rosto, logotipo e texto dentro dos 80% centrais. É a faixa de 1536 x 864 px do bloco anterior, derivada do container medido: a documentação não publica área segura para este campo.
- Reduza a arte para 320 px de largura e olhe. É a ordem de grandeza em que a imagem aparece quando o link é compartilhado. Se o título some, ele já era ilegível no destino que mais circula.
- Guarde GIF para dentro do artigo. A capa não aceita mais GIF desde 2024. No corpo do texto ele vale, com menos de 400 quadros.
- Na newsletter, desenhe a logomarca de 300 x 300 para ser lida em 100 x 100. É o tamanho em que ela foi entregue nas amostras. Símbolo simples e contraste alto sobrevivem; tipografia fina, não.
O caminho dentro do produto, para quem nunca fez: na caixa de publicação da página inicial, escolha a opção de escrever artigo, e a capa entra pelo botão de carregar do computador que aparece acima do título. Depois, o menu de gerenciamento leva às configurações, onde ficam URL, título e descrição para buscadores. Esse painel avisa que o título de SEO é truncado acima de 60 caracteres e recomenda descrição entre 140 e 160 caracteres, embora ela mesma esteja carimbada como atualizada há dois anos.
Subiu e deu errado: sintoma, causa e correção
Os seis casos abaixo cobrem quase tudo que aparece depois de publicar. A última coluna diz onde conferir, para você não depender da memória de ninguém.
Como isto foi medido
O que não veio da documentação veio de teste próprio, feito em 05/09/2026 com Python 3, Pillow 12.1.1 e requisições HTTP identificadas como navegador.
Corpus da medição de entrega: 15 páginas públicas de artigo abertas sem login, 143 ocorrências de capa, 40 capas distintas baixadas depois da deduplicação, mais 36 imagens internas, 5 logotipos de série e as etiquetas de compartilhamento de 7 páginas. A data de envio saiu do carimbo em milissegundos do endereço do arquivo.
Corpus do teste de resolução e de peso: 8 retratos do acervo de imagens deste blog, todos gerados por IA e usados aqui só como material de teste, recortados em 16:9, exportados em seis resoluções da mesma proporção e levados ao container de 1280 x 720, com redução por LANCZOS e ampliação por BICUBIC. A métrica de nitidez é a magnitude média do gradiente, com RMSE contra a referência de 1920 x 1080.
Uma armadilha vale ser registrada, porque quase entrou no resultado: comparar nitidez entre proporções diferentes é inválido. Um recorte de outra proporção amplia uma região diferente da fotografia e o número engana. Num ensaio preliminar, 1536 x 768 apareceu como 6,94% mais nítido, e o RMSE de 23,4 denunciou que a comparação era entre imagens que já não mostravam a mesma coisa. Por isso o teste final isola só a resolução.
Limites declarados: a reamostragem roda em container simulado, não dentro do pipeline de compressão do Linkedin; a amostra de capas tem o vão de 2023 a 2025 já citado; e o ponto de ancoragem do corte é observação sobre 28 arquivos. A linha do tempo foi lida em três estados arquivados da mesma página, todos linkados acima.
Perguntas frequentes
01Qual o tamanho da capa de um artigo do Linkedin?+
02A capa da newsletter tem o mesmo tamanho da capa do artigo?+
03Qual o peso máximo do arquivo da capa?+
04Por que tantos guias publicam 1200 x 644?+
05Posso usar GIF na capa do artigo?+
O retrato que vai na capa da sua série, sem marcar sessão
A documentação sugere evitar imagem genérica na capa da newsletter. Se o rosto da série é o seu, o retrato sai de 1 a 5 fotos suas, com enquadramento e roupa escolhidos. A primeira é grátis, nos parâmetros padrão.
Resumo e próximos passos
As seis medidas, em uma linha cada: capa do artigo e da edição de newsletter em 1920 x 1080 px, cortada em 16:9 e entregue em até 1280 x 720; logomarca da série em 300 x 300 px, entregue em 100 x 100; imagem dentro do artigo sem medida recomendada publicada, em caixas de 744 x 400 e 1488 x 1000, sem corte; capa em vídeo de 256 x 144 a 4096 x 2304 px; foto do autor em 400 x 400 px; e a imagem de compartilhamento fora da rede, que é a própria capa.
A providência que rende mais que qualquer item do checklist: guarde o arquivo editável em 1920 x 1080, em 16:9 exato. É a única linha da especificação que atravessou quatro anos sem mudar, e é dela que saem, por redução, todas as variantes servidas hoje. Antes de exportar uma peça importante, vale reabrir a página oficial: entre abril e setembro de 2024 esse campo mudou quatro vezes em silêncio.
E quando a decisão deixar de ser sobre pixels e voltar a ser sobre qual imagem entra ali, o caminho é o guia que decide qual retrato entra antes de qualquer medida.
Pedro Mota
Pedro Mota é fundador da fotoslinkedin.com.br, ferramenta de IA que transforma uma selfie em foto profissional pronta pro Linkedin em 60 segundos. Antes, atuou com design e produto digital. Hoje vê centenas de fotos por semana e escreve sobre o que funciona pra carreira no Brasil em 2026.



