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Tamanho da capa de artigo do Linkedin: 1920 x 1080, o corte 16:9 e a medida que a newsletter acrescenta

A capa de artigo tem 1920 x 1080 pixels e é cortada em 16:9 pela própria rede, na documentação consultada em 05/09/2026. Aqui estão as 6 medidas de imagem de uma publicação, o que a edição de newsletter acrescenta e por que 1200 x 644 saiu de circulação em 2024.

PM
Pedro Mota
Fundador, fotoslinkedin.com.br
Retângulo rotulado 1920 x 1080 com um rosto dentro; de um contorno mais largo atrás dele soltam-se duas lascas, uma marcada como o que o corte 16:9 tira.
Guiafotoslinkedin · 2026
Em uma frase

A capa de artigo do Linkedin tem 1920 x 1080 pixels e é cortada em 16:9 pela própria rede, em JPEG, PNG ou WEBP, na documentação consultada em 05/09/2026. A edição de newsletter usa exatamente essa capa e acrescenta um só campo: a logomarca da série, em 300 x 300.

O tamanho da capa de artigo do Linkedin: 1920 x 1080, cortada em 16:9

O editor abre e a primeira coisa que ele pede é uma imagem larga no topo. O tamanho da capa de artigo do Linkedin está publicado na documentação da própria rede, em duas frases, e as duas importam: "O tamanho ideal da imagem para a foto de capa é 1.920 (largura) x 1.080 (altura) pixels. As imagens de capa são cortadas em uma proporção de 16:9." É o que está na página de ajuda sobre imagens de capa e mídia no artigo, consultada em 05/09/2026, e a mesma página em inglês repete os mesmos números.

A segunda frase é a que quase nenhum guia em português publica, e é ela que governa o resultado. O texto não diz que 16:9 é o formato sugerido: diz que a imagem é cortada nessa proporção. Quem exporta em outra proporção não recebe uma imagem menor: recebe uma imagem aparada, e o pedaço que some sai das laterais sem aviso.

Sobre formato, a mesma página é literal: "Os GIFs não podem mais ser usados para as fotos de capa" e "Os tipos de arquivo aceitos para imagens de capa são JPEG, JPG, PNG e WEBP". Dentro do corpo do artigo a lista é outra e o GIF continua valendo, com menos de 400 quadros: capa e imagem interna são campos diferentes.

E há uma ausência que vale tanto quanto os números presentes: a documentação consultada em 05/09/2026 não publica limite de peso nem teto de resolução para a capa. Não é o mesmo que dizer que limite não existe, porque o editor pode recusar um arquivo sem avisar na página. É dizer que não há número oficial para citar hoje, e que o teto de peso que você vai encontrar repetido por aí saiu dessa mesma página em 2024.

Capa de artigo e de edição de newsletter (Linkedin)
Tela: 1920 x 1080 px | proporção 16:9 | o corte 16:9 é executado pela rede
Formato: JPEG, JPG, PNG ou WEBP | GIF não é mais aceito na capa
Entrega: 1280 x 720 px na página do artigo (medição de 40 capas, 05/09/2026)
Peso: a documentação não publica limite; JPEG de alta qualidade em 1920 x 1080
fica em torno de 190 KB, contra 1,5 MB do mesmo quadro em PNG
Logomarca da série (só newsletter): 300 x 300 px, quadrada
Onde: só no site para computador ou em navegador de tablet

A última linha do bloco não é rodapé: a própria página avisa, na abertura, que o recurso não está disponível no aplicativo. E ficam duas fronteiras, porque "capa" cobre objetos diferentes na mesma rede: a faixa que fica atrás do seu avatar no perfil e a faixa do topo de uma Página de empresa, que tem editor e régua próprios. Nenhuma das duas tem a medida daqui.

Tamanho da capa da newsletter do Linkedin: a mesma capa, mais uma medida

A resposta curta é que quase nada muda, e isso é informação, não decepção. A página de melhores práticas para newsletters, consultada em 05/09/2026, pede: "Carregue uma foto de capa para cada artigo individual na newsletter (recomenda-se 1920 (l) x1080 (a) pixels)." É o mesmo número da capa de artigo avulso, porque é o mesmo campo: cada edição de newsletter é um artigo, escrito no mesmo editor, com a mesma imagem no topo.

O que a newsletter acrescenta é um campo, e um só: "Carregue uma logomarca da sua série, para aumentar o engajamento (recomendamos 300 x 300 pixels)." Ela é da série inteira, não da edição, e é a única peça quadrada do conjunto. Quem procurava quatro medidas novas para newsletter vai encontrar, em toda parte, medidas de outros objetos misturadas.

A medição descrita mais abaixo acrescenta um detalhe de desenho: nas cinco amostras de logotipo que medimos, a logomarca é entregue em 100 x 100 pixels. Os 300 x 300 recomendados dão três vezes de folga na redução, não aparecem inteiros em tela. Tipografia fina, slogan e moldura detalhada nesse quadrado são trabalho que ninguém vai ver; um símbolo de contraste alto sobrevive.

Sobre quantidade, a documentação registra que dá para criar até cinco newsletters por conta, e que é a primeira edição publicada que cria a página da série. No limite, são cinco logomarcas quadradas e uma capa nova a cada edição.

A mesma página traz a única recomendação de conteúdo de imagem que a plataforma publica por escrito para esse campo, e o verbo importa: "Tente evitar o Clipart ou outras imagens genéricas. Imagens com rostos e pessoas tendem a atrair um público maior." É recomendação da plataforma sobre si mesma, sem metodologia publicada junto, e o "tendem a" está no original. Não é promessa de alcance e não deve virar uma. O que ela autoriza a dizer é modesto: se a série é assinada por você, o retrato de uma pessoa real é a escolha que a própria documentação sugere, no lugar de um banco de imagens sem dono. Essa página, vale registrar, está carimbada como atualizada há um ano e avisa que foi parcialmente traduzida de forma automática.

As 6 medidas de imagem de uma publicação do Linkedin

Guia de tamanho costuma listar o que você envia e parar por aí. Falta a metade que decide como a imagem aparece: o que a rede entrega. São coisas diferentes. O número recomendado é um pedido; o número entregue é o arquivo que o navegador de quem lê realmente baixa. A tabela abaixo junta as duas colunas para os seis campos de imagem que existem em volta de uma publicação, com a origem de cada linha declarada.

Os seis campos de imagem de um artigo ou de uma edição de newsletter
Campo
O que enviar
O que a rede entrega
Origem do dado
Capa do artigo ou da edição
1920 x 1080 px, em JPEG, JPG, PNG ou WEBP
até 1280 x 720 px, sempre em 16:9
documentação (05/09/2026) + medição de 40 capas
Logomarca da série (newsletter)
300 x 300 px, quadrada
100 x 100 px
documentação de newsletters + medição
Imagem dentro do corpo do artigo
sem medida recomendada publicada; GIF, JPEG, JPG, PNG ou WEBP, GIF abaixo de 400 quadros
caixas de 744 x 400 e 1488 x 1000 px, sem corte
documentação (05/09/2026) + medição de 36 imagens
Capa em vídeo
de 256 x 144 a 4096 x 2304 px, 75 KB a 5 GB, 3 s a 15 min no computador
miniatura exibida nos e-mails enviados aos assinantes
documentação (05/09/2026)
Foto do autor na assinatura
é a foto do seu perfil, você não envia nada aqui
400 x 400 px
medição de 05/09/2026
Imagem de compartilhamento fora da rede
é a própria capa, você não envia nada aqui
a mesma capa em 1280 x 720 px
medição: og:image em 7 de 7 páginas
Ajuda do Linkedin sobre imagens de capa e mídia no artigo e sobre melhores práticas para newsletters, consultadas em 05/09/2026; medição própria de 40 capas no servidor de imagens do Linkedin, 05/09/2026.

Duas linhas costumam surpreender quem publica há anos. A foto do autor sai em 400 x 400 px na assinatura, o mesmo número do quadrado do perfil, o que significa que o retrato que aparece assinando o artigo, e o arquivo que ele exige, já está decidido antes de você abrir o editor. E a última linha: a imagem que aparece quando colam o link do seu artigo num aplicativo de mensagem não é uma miniatura separada, é a capa.

A capa em vídeo é o único campo com tabela completa de requisitos na documentação, e ela reaproveita a régua de vídeo do resto da rede: de 75 KB a 5 GB, de 3 segundos a 15 minutos no computador (10 minutos no aplicativo), de 256 x 144 a 4096 x 2304, proporção de 1:2,4 a 2,4:1, de 10 a 60 quadros por segundo e de 192 kbps a 30 Mbps. E uma frase da mesma página interessa a quem publica newsletter: a miniatura do vídeo é o que aparece nos e-mails enviados aos assinantes.

De onde vêm 1200 x 644, 744 x 400 e 600 x 322: uma proporção só, aposentada em 2024

Se você pesquisou essa medida antes de chegar aqui, provavelmente colecionou três números diferentes. Eles não são três erros independentes: são o mesmo número em três escalas, e dá para conferir com uma divisão.

capa hoje        1920 / 1080 = 1,7778 : 1   (16:9)

1200 / 644 = 1,8634 : 1
600 / 322 = 1,8634 : 1 <- mesmo número, metade da escala
744 / 400 = 1,8600 : 1 <- entrega medida de 2020
1280 / 688 = 1,8605 : 1 <- entrega medida de 2021
as quatro são a mesma proporção (variação de 0,18%)

1200 x 644 = 2,00x (600 x 322) 744 x 400 = 1,24x (600 x 322)

o outro engano, que é campo trocado:
1200 / 627 = 1,9139 : 1 -> essa é a prévia de link, não a capa

Ou seja: 1200 x 644, 600 x 322 e 744 x 400 descrevem a mesma capa, na proporção 1,86:1, que era a desse campo antes de a rede passar a cortar tudo em 16:9. Quem publica esses números não inventou nada: está parado num estado anterior da plataforma. Já 1200 x 627 é outro objeto, com 1,91:1, que é a prévia de link de uma publicação comum.

A linha do tempo está inteira no arquivo público da mesma página de ajuda. No estado de 07 de abril de 2024, ela publicava 5 MB por imagem, teto de 7680 x 4320 pixels, limite de 36 MB por arquivo, a lista "JPG, GIF estático e PNG" e 500 quadros para GIF, junto com o mesmo 1920 x 1080 de sempre. No estado de 27 de junho de 2024, o teto de resolução, o limite de peso e as 500 frames já tinham saído. E no estado de 10 de setembro de 2024 aparecem, pela primeira vez, as duas frases que hoje governam o campo: a proibição do GIF na capa e o corte em 16:9.

O eixo deste artigo cabe em uma linha: o 1920 x 1080 é a única especificação que atravessou os quatro anos intacta. Tudo em volta mudou entre abril e setembro de 2024, e a busca em português copia justamente o que saiu, ignorando a única regra nova que muda o desenho da imagem. Por isso os números aposentados aparecem aqui só com data e link de arquivo, nunca como especificação atual.

Um retrato da busca em 05/09/2026, com veículo, número e data, sem adjetivo: o Linked Helper publica "Article (newsletter) header: 1200 x 644 px (shown as a smaller 600 x 322 featured preview)", num guia de 3.563 palavras que é o mais copiado em inglês; a Digitale publica "Imagem destacada de artigo (Pulse): 1200 x 644 pixels"; a Digital Sem Igual publica "Banner interno do artigo: 600 x 322 pixels"; e a La Growth Machine publica 1200 x 627 px para "Article Cover Images", que é o caso de campo trocado. Duas páginas que ranqueiam para a busca, a da Waalaxy com 1.120 palavras e a de uma calculadora de proporções com 385, não têm o objeto. Um acerto merece crédito: a página do Resizebox traz 1920 x 1080 e o "formato HD 16:9", embora anuncie um teto de 20 MB que é da ferramenta, não do Linkedin.

Falta o fato mais curioso. O terceiro resultado orgânico do Google no Brasil para "tamanho capa artigo linkedin", na leitura de 05/09/2026, é uma página oficial de ajuda chamada "Imagens de capa em artigos" que responde 404, testada naquele dia com e sem o trecho de idioma na URL e sem um único registro no arquivo público da internet. O resumo que o buscador ainda exibe traz os limites aposentados.

Se o seu problema é o oposto, e você já sabe a medida mas precisa produzir a arte, quem vai pedir essa imagem a um gerador tem um roteiro próprio.

O que o Linkedin entrega de verdade: 40 capas medidas no CDN da própria rede

A documentação diz o que enviar. Ninguém diz o que volta, e isso é mensurável sem login: as páginas públicas de artigo servem as imagens por um endereço de CDN, o servidor de imagens da própria rede, que declara, no próprio caminho do arquivo, a variante de renderização usada e o carimbo de data do envio original.

O procedimento, em 05/09/2026: 15 páginas públicas de artigo abertas, 143 ocorrências de capa extraídas, lista deduplicada por identificador de arquivo, e as 40 primeiras capas distintas baixadas e medidas. O resultado se separa em dois grupos pela data de envio.

O mesmo retângulo com um rosto desenhado duas vezes, rotulado 1920 x 1080 e 1280 x 720, ligados por uma seta com o rótulo dois terços da largura.

Entre as capas enviadas de outubro de 2024 em diante, 28 de 28 saíram em 16:9, com proporções entre 1,7764 e 1,7803, que é variação de arredondamento de um pixel. Entre as enviadas antes de julho de 2024, só 3 de 12 estavam em 16:9, e as outras nove se espalhavam por sete proporções, de 1,5152 a 3,3333. A amostra tem um vão declarado entre setembro de 2023 e janeiro de 2025, então ela sustenta o contraste entre os grupos, não a data exata da virada.

O segundo achado é o que muda o seu arquivo: a capa é entregue no máximo em 1280 x 720 px na página do artigo. Você envia 1920 x 1080 e a rede serve dois terços dessa largura. Isso não torna o 1920 x 1080 inútil, e a próxima seção explica por quê, mas muda o alvo: você compõe para o que sobra de 1280 x 720 depois do corte.

Na mesma varredura apareceram os outros números da tabela acima. A logomarca da série sai em 100 x 100 px e a foto do autor em 400 x 400 px. As imagens de dentro do artigo caem em caixas de 744 x 400 e de 1488 x 1000 px e, ao contrário da capa, não são cortadas: nenhuma das 36 amostras excedeu a caixa correspondente, o que indica que a proporção original é preservada. Um gráfico vertical vai inteiro dentro do artigo, e não caberia na capa.

E o achado que substitui, com prova, uma crença repetida em toda parte: em 7 de 7 páginas públicas abertas naquele dia, a etiqueta que define a imagem de compartilhamento apontava para a própria capa, na mesma variante de 1280 x 720. A capa é, também, a miniatura que aparece quando o link sai da rede, que é a mesma lógica de o que a busca faz com a sua imagem depois que ela sai da rede.

Quanto o corte 16:9 come de cada medida

Com a proporção de destino fixa, dá para calcular quanto some de cada medida, sem estimativa. Nas 28 capas recentes o corte se comportou como corte centralizado no eixo mais longo, e é o que as contas abaixo assumem. A documentação não descreve o ponto de ancoragem: isso é observação, não regra publicada.

  • 1920 x 1080 (1,7778): o corte não tira nada. Depois vai para 1280 x 720, uma redução de 0,667 vez.
  • 3840 x 2160 (1,7778): também não perde nada no corte, e reduz 0,333 vez até o container. Muito peso para o mesmo resultado.
  • 1200 x 644 (1,8634): o corte tira 4,59% da largura, 55,1 px, e sobram 1145 x 644. Depois a imagem ainda é ampliada 1,118 vez.
  • 1200 x 627 (1,9139): o corte tira 7,11% da largura, 85,3 px. É a medida da prévia de link usada no campo errado.
  • 1536 x 768 (2,0000): o corte tira 11,11% da largura, 170,7 px. É a maior perda entre os números comuns.
  • 744 x 400 (1,8600): perde 4,42% no corte e ainda precisa ser ampliada 1,8 vez para preencher o container.

O padrão: o problema de uma medida errada quase nunca é ela ser pequena. É ela ter outra proporção, o que faz a rede aparar as laterais, e ser estreita demais, o que obriga a ampliação. As duas coisas somadas explicam a maioria das capas borradas com o logotipo cortado que aparecem no feed.

Falta a área segura, e aqui é preciso ser explícito: a documentação da capa de artigo não publica nenhuma faixa segura em pixels. A margem abaixo é derivação deste blog a partir do container medido: com o corte já resolvido por você, manter rosto, logotipo e texto dentro dos 80% centrais cobre o que foi observado.

Tela              1920 x 1080   (o que você exporta)
Entrega 1280 x 720 (o que a rede serve)

Guia esquerda x = 192 Guia superior y = 108
Guia direita x = 1728 Guia inferior y = 972

Faixa útil 1536 x 864 px, centralizada
(derivação deste blog, não é especificação publicada)

Teste final reduza a arte para 320 px de largura.
O título ainda se lê? Se não, ele é grande demais para o feed.

Checklist de exportação da capa, em 8 linhas

Cada item existe por causa de uma linha da documentação ou de um número medido acima. A ordem é a que evita retrabalho.

  1. Exporte em 1920 x 1080 px, e não em 4K. Com oito retratos recortados em 16:9 e levados ao container de 1280 x 720, o 4K rendeu +0,14% de nitidez sobre o 1920 x 1080, o que é ruído. O arquivo, esse sim, sobe de 1,5 MB para algo entre 3,2 e 4,0 MB em PNG.
  2. Nunca exporte abaixo de 1280 px de largura. No mesmo teste, 744 px de largura custou 15,88% de nitidez e 960 px custou 8,75%, porque a imagem é ampliada até preencher o container.
  3. Prefira JPEG de alta qualidade ou WEBP. Nos mesmos oito retratos em 1920 x 1080, o PNG deu 1.562 KB de média, o JPEG na qualidade 90 deu 192 KB e o WEBP na qualidade 85 deu 63 KB.
  4. Corte você mesmo, em 16:9 exato, antes de subir. Assim você decide o que sai da imagem, em vez de deixar o corte automático decidir por você.
  5. Deixe rosto, logotipo e texto dentro dos 80% centrais. É a faixa de 1536 x 864 px do bloco anterior, derivada do container medido: a documentação não publica área segura para este campo.
  6. Reduza a arte para 320 px de largura e olhe. É a ordem de grandeza em que a imagem aparece quando o link é compartilhado. Se o título some, ele já era ilegível no destino que mais circula.
  7. Guarde GIF para dentro do artigo. A capa não aceita mais GIF desde 2024. No corpo do texto ele vale, com menos de 400 quadros.
  8. Na newsletter, desenhe a logomarca de 300 x 300 para ser lida em 100 x 100. É o tamanho em que ela foi entregue nas amostras. Símbolo simples e contraste alto sobrevivem; tipografia fina, não.

O caminho dentro do produto, para quem nunca fez: na caixa de publicação da página inicial, escolha a opção de escrever artigo, e a capa entra pelo botão de carregar do computador que aparece acima do título. Depois, o menu de gerenciamento leva às configurações, onde ficam URL, título e descrição para buscadores. Esse painel avisa que o título de SEO é truncado acima de 60 caracteres e recomenda descrição entre 140 e 160 caracteres, embora ela mesma esteja carimbada como atualizada há dois anos.

Subiu e deu errado: sintoma, causa e correção

Os seis casos abaixo cobrem quase tudo que aparece depois de publicar. A última coluna diz onde conferir, para você não depender da memória de ninguém.

Diagnóstico da capa de artigo e de newsletter
Sintoma
Causa provável
Correção
Onde conferir
Cortou as laterais da minha arte
A imagem foi enviada numa proporção mais larga que 16:9 e a rede aparou o excesso
Recortar em 16:9 antes de subir e reexportar em 1920 x 1080
O corte tira 4,59% da largura em 1200 x 644 e 11,11% em 1536 x 768
A capa ficou borrada, principalmente no texto
Arquivo exportado abaixo de 1280 px de largura e ampliado até o container
Reexportar em 1920 x 1080, sem passar por 4K
744 px de largura custou 15,88% de nitidez no teste com 8 retratos
O GIF não subiu como capa
GIF deixou de ser aceito na capa entre junho e setembro de 2024
Usar JPEG, PNG ou WEBP na capa e guardar o GIF para o corpo do artigo
"Os GIFs não podem mais ser usados para as fotos de capa", doc de 05/09/2026
O texto sumiu quando compartilharam o link
A imagem de compartilhamento é a própria capa reduzida
Aumentar o corpo do texto e testar a arte a 320 px de largura antes de publicar
og:image apontando para a capa em 7 de 7 páginas medidas
A logomarca da newsletter ficou ilegível
Desenho fino num quadrado que é entregue em 100 x 100 px
Redesenhar com símbolo simples e contraste alto, mantendo o arquivo em 300 x 300
5 amostras de logotipo de série medidas em 05/09/2026
Não acho onde subir a capa pelo celular
O editor de artigo não existe no aplicativo
Abrir o site para computador ou o navegador de um tablet
Aviso na abertura da página de ajuda do editor de artigos
Documentação de ajuda do Linkedin sobre imagens de capa no artigo, consultada em 05/09/2026, e medição própria de 40 capas e 8 retratos feita na mesma data.

Como isto foi medido

O que não veio da documentação veio de teste próprio, feito em 05/09/2026 com Python 3, Pillow 12.1.1 e requisições HTTP identificadas como navegador.

Corpus da medição de entrega: 15 páginas públicas de artigo abertas sem login, 143 ocorrências de capa, 40 capas distintas baixadas depois da deduplicação, mais 36 imagens internas, 5 logotipos de série e as etiquetas de compartilhamento de 7 páginas. A data de envio saiu do carimbo em milissegundos do endereço do arquivo.

Corpus do teste de resolução e de peso: 8 retratos do acervo de imagens deste blog, todos gerados por IA e usados aqui só como material de teste, recortados em 16:9, exportados em seis resoluções da mesma proporção e levados ao container de 1280 x 720, com redução por LANCZOS e ampliação por BICUBIC. A métrica de nitidez é a magnitude média do gradiente, com RMSE contra a referência de 1920 x 1080.

Uma armadilha vale ser registrada, porque quase entrou no resultado: comparar nitidez entre proporções diferentes é inválido. Um recorte de outra proporção amplia uma região diferente da fotografia e o número engana. Num ensaio preliminar, 1536 x 768 apareceu como 6,94% mais nítido, e o RMSE de 23,4 denunciou que a comparação era entre imagens que já não mostravam a mesma coisa. Por isso o teste final isola só a resolução.

Limites declarados: a reamostragem roda em container simulado, não dentro do pipeline de compressão do Linkedin; a amostra de capas tem o vão de 2023 a 2025 já citado; e o ponto de ancoragem do corte é observação sobre 28 arquivos. A linha do tempo foi lida em três estados arquivados da mesma página, todos linkados acima.

Perguntas frequentes

01Qual o tamanho da capa de um artigo do Linkedin?+
1920 x 1080 pixels, e a imagem é cortada em uma proporção de 16:9 pela própria rede, conforme a documentação consultada em 05/09/2026. Os formatos aceitos na capa são JPEG, JPG, PNG e WEBP.
02A capa da newsletter tem o mesmo tamanho da capa do artigo?+
Tem. Cada edição de newsletter é um artigo, escrito no mesmo editor, e a documentação pede a mesma capa de 1920 x 1080 pixels por edição. O que a newsletter acrescenta é um campo só: a logomarca da série, de 300 x 300 pixels, que vale para a série inteira e não para cada edição.
03Qual o peso máximo do arquivo da capa?+
A documentação atual não publica limite de peso para a capa de artigo. O limite de 5 MB que ainda circula estava nessa mesma página até abril de 2024 e já não aparecia em junho daquele ano, como mostram os snapshots linkados acima. Na prática, um JPEG de alta qualidade em 1920 x 1080 fica em torno de 190 KB.
04Por que tantos guias publicam 1200 x 644?+
Porque 1200 x 644, 600 x 322 e 744 x 400 são a mesma proporção, 1,86:1, que era a desse campo antes de a rede passar a cortar tudo em 16:9. Cinco capas enviadas entre agosto de 2020 e janeiro de 2021, medidas no servidor de imagens do próprio Linkedin, foram entregues exatamente em 744 x 400 pixels.
05Posso usar GIF na capa do artigo?+
Não. A documentação diz que os GIFs não podem mais ser usados nas fotos de capa. Dentro do corpo do artigo o GIF continua aceito, desde que tenha menos de 400 quadros.
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Resumo e próximos passos

As seis medidas, em uma linha cada: capa do artigo e da edição de newsletter em 1920 x 1080 px, cortada em 16:9 e entregue em até 1280 x 720; logomarca da série em 300 x 300 px, entregue em 100 x 100; imagem dentro do artigo sem medida recomendada publicada, em caixas de 744 x 400 e 1488 x 1000, sem corte; capa em vídeo de 256 x 144 a 4096 x 2304 px; foto do autor em 400 x 400 px; e a imagem de compartilhamento fora da rede, que é a própria capa.

A providência que rende mais que qualquer item do checklist: guarde o arquivo editável em 1920 x 1080, em 16:9 exato. É a única linha da especificação que atravessou quatro anos sem mudar, e é dela que saem, por redução, todas as variantes servidas hoje. Antes de exportar uma peça importante, vale reabrir a página oficial: entre abril e setembro de 2024 esse campo mudou quatro vezes em silêncio.

E quando a decisão deixar de ser sobre pixels e voltar a ser sobre qual imagem entra ali, o caminho é o guia que decide qual retrato entra antes de qualquer medida.

PM
Autor · Fundador, fotoslinkedin.com.br

Pedro Mota

Pedro Mota é fundador da fotoslinkedin.com.br, ferramenta de IA que transforma uma selfie em foto profissional pronta pro Linkedin em 60 segundos. Antes, atuou com design e produto digital. Hoje vê centenas de fotos por semana e escreve sobre o que funciona pra carreira no Brasil em 2026.

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